segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Falta de chuva ameaça cultivo de grãos


Falta de chuva ameaça início do cultivo de grãos na safra de verão


A ameaça de um possível atraso do plantio de grãos nos Estados Unidos, apontada como oportunidade para que a produção agrícola do Brasil conquistasse parcela maior do mercado mundial, agora assusta os produtores brasileiros. O temor de falta de chuva tem se confirmado nas regiões produtoras do país e, com ele, a definição de um novo calendário para plantação e colheita das principais commodities.

No último boletim divulgado pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), os pesquisadores destacaram a grande preocupação dos produtores com a previsão de chuva para os próximos dias. As informações meteorológicas não sinalizam um cenário otimista. Pelas projeções trimestrais do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a frequência de chuva só deve ocorrer na segunda quinzena de outubro. Ainda assim, os mapas de clima e tempo mostram que a chuva estará concentrada na Região Sul, com ocorrência acima da média e, no caso da Região Norte, abaixo do esperado. "Os produtores precisam manter a atenção nos próximos meses por conta do possível estabelecimento do [fenômeno climático] El Niño. É fundamental para a agricultura, sobretudo para o sul do País. O que pode ocorrer é o fenômeno El Niño se estabelecer no [Oceano] Pacífico em setembro e outubro e o impacto desse fenômeno demora um tempo a aparecer. Isso vai fazer com que, mais para o fim do ano, chova mais no sul e menos no norte do País. No Brasil central, não há como dizer se vai causar impacto", explicou Ester Regina Ito, meteorologista do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec), vinculado ao Inpe.

A incerteza não predomina nas projeções do Imea. De acordo com o instituto, no Mato Grosso até o próximo dia 20 de setembro não existe possibilidade de chuva. Os pesquisadores destacam estimativas mais otimistas no caso dos Municípios de Campo Novo do Parecis, Rondonópolis e Sinop, mas admitem que "nenhum volume significativo para que ocorra a colheita foi visto até o fim de setembro. Caso se confirme, transfere o início do plantio de Mato Grosso para outubro".

O adiamento pode ter impacto na produtividade de soja e milho mato-grossense. Os cálculos da Associação de Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja) mostram que a média de produtividade do estado tem se mantido em torno de 50 sacas por hectare, como ocorreu na última safra (2011/2012), quando a produção do estado chegou a 21,3 milhões de toneladas de grãos. A expectativa era de que, para a safra 2012/2013, a produtividade chegasse a 51 sacas por hectare, principalmente em função do aumento da área plantada.

Fonte: Faep

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Redução de Juros


Governo reduz juros para 2,5% no financiamento de máquinas agrícolas
Medida do CMN vale até 31 de dezembro de 2012
O Conselho Monetário Nacional – CMN autorizou em 06 de setembro com a Resolução nº 4.132, a redução da taxa de juros das operações de investimento para aquisição de máquinas e implementos agrícolas.
A taxa de juros do Programa de Sustentação do Investimento – BNDES PSI passa a vigorar, ente 1º de setembro a 31 de dezembro, com o valor de 2,5% ao ano. A partir de janeiro de 2013 a taxa de juros sobe passando para 7,3% ao ano.
O BNDES PSI foi criado em 2009 com a finalidade de estimular a economia brasileira amenizando os efeitos da crise internacional. Este será a quarto período do Programa com a menor taxa de juros já obtida desde 2009.
A continuidade do Programa BNDES PSI, com o retorno a taxa de juros inicial do Programa, foram solicitações da FAEP nas Propostas para o Plano Agrícola e Pecuário 2012/13.
É importante lembrar que a operacionalização nos agentes financeiros depende ainda da edição de Carta Circular do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES para adequação dos sistemas nos bancos. A FAEP vai solicitar ao governo federal que estenda a medida para os contratos vigentes realizados antes de 1º de setembro no âmbito do BNDES PSI.


fonte:
Gabinete da Presidência 

Sindicato: junto com o Brasil da independência.



Em 7 de setembro de 1822, o Brasil livrou-se da condição de colônia, conquistando sua independência política. O movimento de independência foi o resultado de uma forte reação das camadas sociais mais abastadas, às pretensões e tentativas das Cortes de Lisboa de restabelecer o pacto colonial.
Comparando a independência do Brasil data marcante analisamos que o Sindicato Rural Patronal de Ubiratã fundado em 1987, junto com a brava gente também começou sua história, com uma conquista, um espaço, uma luta de grande responsabilidade. O sindicato dos sonhos dos agricultores que na busca de progresso realizou dia 02 de maio de 2007 sua reinauguração com novos diretores, novos colaboradores, novos ideais, este sim conseguiu novos empreendimentos e uma excelente estrutura. Com sede própria o sindicato começou a dar vida rumo ao desenvolvimento, por isso podemos comparar que este é o Brasil dos sonhos este é o sindicato contribuindo para progresso.
 O sindicato comemora também sua independência, livre para atender prontamente aos anseios dos agricultores, homem de fé, homem de luta, brava gente! Dia 07 de setembro a qual comemoramos o dia da independência do Brasil, não devemos esquecer das conquista que este país adquiriu e vem adquirindo a cada instante. É sim, um país nobre, respeitado mesmo pelas suas diversidades de raças, crenças e classe. Com intuito de independência, visualizamos que o sindicato vem trabalhando com metas, garantindo resultados sobre a medida de conquistas para nossa gente de personalidade simples  e honesta.
No entanto, faz bem lembrar que é com a participação de todos que somos capazes de fazer a história acontecer, realizando atividades relevantes, obtendo contato direto com os produtores rurais. Não há história sem a participação de nossa gente, não há participação que não leva as mudanças. O que seria de um Brasil sem um povo que luta, chora e vence?Neste sentido, o sindicato presa pelas pessoas que trabalham por transformação, por desenvolvimento, enfim por resultados gratificantes. É assim que fazemos do Brasil um país verdadeiramente independente justo e livre.

Parabéns brava gente!!!
Hino da Independência do Brasil

Já podeis da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil
Já raiou a liberdade,
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil,
Houve mão mais poderosa,
Zombou deles o Brasil;
Houve mão mais poderosa
Houve mão mais poderosa
Zombou deles o Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Não temais ímpias falanges
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil;
Vossos peitos, vossos braços
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Parabéns, ó brasileiros!
Já, com garbo varonil.
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil;
Do universo entre as nações
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
























quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Soja não é vetor relevante no desflorestamento


 O relatório revela mais uma vez que a soja não é um vetor relevante no desflorestamento do bioma Amazônia. A partir do monitoramento com o uso de imagens de satélites dos desflorestamentos realizados desde o início da Moratória da Soja, em 2006, para detecção de possível cultivo de soja e posterior validação por meio de sobrevoo, identificou-se a presença de soja em 18.410 hectares (ha) desflorestados. No período avaliado (2006-2011), foram desflorestados 4,51 milhões de ha em todo o bioma Amazônia, dos quais 3,47 milhões de ha (77%) se encontram nos três estados monitorados – Mato Grosso, Pará e Rondônia. Os 58 municípios monitorados são bem representativos, pois respondem por 98% da área plantada com soja no bioma Amazônia.

De acordo com o relatório, a área de soja corresponde a 0,41% de todo o desflorestamento, ou 0,53% do total aberto nos três estados produtores de soja.

Compromisso cumprido - A Moratória da Soja completou cinco anos de trabalho árduo pela conciliação entre a produção de alimentos e a conservação do meio ambiente. As indústrias e os exportadores associados à ABIOVE e à ANEC – Associação Nacional dos Exportadores de Cereais cumpriram por mais um ano o compromisso de não adquirir soja oriunda de áreas desflorestadas no bioma Amazônia. As empresas participantes da Moratória são auditadas anualmente sob a supervisão das organizações da sociedade civil para comprovarem que honraram o compromisso.

5 anos de parceria com a sociedade civil - O Grupo de Trabalho da Soja (GTS), formado originalmente pela ABIOVE e ANEC, empresas associadas a essas duas entidades e por organizações da sociedade civil - Conservação Internacional, Greenpeace, IPAM, TNC e WWF-Brasil -, conquistou a adesão do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e do Banco do Brasil ao longo do processo.

O GTS ganhou uma importante contribuição técnico-científica com a participação do INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, para detectar a presença de culturas agrícolas em áreas desflorestadas a partir da interpretação de imagens de satélites.

As informações utilizadas no monitoramento tiveram como contribuição, também, as bases de dados da FUNAI, do IBAMA, IBGE e IMAZON.

Sobrevoos e identificação de áreas pré-selecionadas - A empresa Geoambiente Sensoriamento Remoto Ltda. foi contratada para sobrevoar e identificar as áreas selecionadas previamente pelo INPE. Para consolidar as informações do sobrevoo, também foram realizadas visitas a todas as propriedades rurais com presença de cultivo de soja
fonte: noticiasagricolas

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Soja derruba milho, arroz e feijão


Cotada à marca recorde de R$ 75 por saca, a soja vai puxar a expansão da área agrícola em 2012/13, mostram os primeiros levantamentos oficiais de Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul. Os três estados são responsáveis por dois terços da produção da oleaginosa e um terço do cultivo de milho de verão, que perde espaço mesmo numa época de preços recordes, quando atinge R$ 25/sc. Está previsto recuo também para o arroz e o feijão.
O Departamento de Eco­­nomia Rural (Deral) do Paraná divulgou ontem que a soja deve crescer 3,9% em área no estado, chegando a 4,57 milhões de hectares, a maior área já registrada. Com isso, tem potencial para 14,99 milhões de toneladas (38,50% a mais que em 2011/12). O El Niño afasta o risco de seca, que derrubou a produção a 10,8 milhões de toneladas na safra passada.

PR pode chegar a 35 milhões de toneladas
Da Redação
A área dos grãos deve se manter em 5,67 milhões de hectares nesta safra de verão no Paraná, mas a recuperação da produtividade – promessa do clima favorável – permitirá ao estado passar de 31,6 milhões para 35 milhões de toneladas na temporada 2012/13, avalia o secretário estadual da Agricultura, Norberto Ortigara. Ele considera que o ano 2011/12 foi fortemente impactado pelas secas e que a expansão da soja sobre as demais culturas está confirmada. A aposta de 35 milhões de toneladas toma como base uma safra de inverno com volume idêntico ao da última temporada.
Com a promessa de chuva do El Niño, o plantio deve ser antecipado. A semeadura do milho de verão está prestes a começar. Em relação à soja, o governo do estado espera que os agricultores coloquem as máquinas no campo daqui a 11 dias, quando termina o vazio sanitário da ferrugem asiática.
Em Mato Grosso, os produtores também manifestam pressa, para antecipar a colheita da soja. Eles querem aproveitar os preços da boca da safra e plantar milho de inverno logo em seguida.
Além da preocupação sanitária relacionada à antecipação do cultivo da oleaginosa, a Associação dos Produtores de Soja e Milho do estado (Aprosoja) pede que o setor não use semente RR2 Intacta, que ainda não foi aprovada pela China. Se o grão for misturado à soja RR tradicional, poderá bloquear as exportações.
O milho terá queda de 13,1% na área de cultivo paranaense, para 851,91 mil hectares. A produção esperada é de 6,83 milhões de toneladas (+4,4%, após um ano de seca). Deve haver recuo também no feijão das águas. A área cai 12,2% (para 217,31 mil hectares), mas a produção passa de 341,6 mil para 378,4 mil toneladas (8,8%).
Se o clima cooperar, a soja pode atingir 15,3 milhões de toneladas, avaliou o secretário da Agricultura do Paraná, Norberto Ortigara. “Felizmente os preços do milho aumentaram na reta final. Do contrário, muitos produtores iriam fazer a bobagem técnica de suspender a rotação de culturas.”
A maior expansão da soja ocorre em Mato Grosso. O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) vem confirmando em levantamentos semanais que a intenção de plantio de soja chega perto de 7,9 milhões de hectares, com expansão que se aproxima de 12%. O estado do Centro-Oeste espera colher mais de 24 milhões de toneladas do grão, deixando para apostar no milho no próximo inverno.

Cursos programados para setembro / 2012 no Sindicato Rural Patronal de Ubiratã:




Município
Local do Curso
Início
Fim

   
Ubiratã
Comunidade São Zacarias
14/09/2012
14/09/2012
   
Ubiratã
Salão Comunitário - distrito de Yolanda
15/09/2012
15/09/2012

   
Ubiratã
Comunidade São João 
13/09/2012
19/10/2012

   
Ubiratã
Comunidade São Zacarias
17/09/2012
21/09/2012

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Secretaria da Agricultura/PR busca soluções para conter crise na avicultura



O Paraná vai encaminhar ao governo federal propostas para amenizar a crise no setor da avicultura. O secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, reuniu na sexta-feira (31-08) representantes da cadeia produtiva da avicultura e das principais instituições bancárias para discutir soluções e alternativas para o endividamento que ameaça produtores e empresas integradoras.

A produção paranaense de aves, que era de 120 milhões a 125 milhões de cabeças, foi reduzida para 110 milhões de cabeças por mês. O setor envolve 42 empresas integradas e 18 mil avicultores em todo o Estado e gera 550 mil empregos diretos e indiretos. O problema pode colocar em risco o modelo de integração adotado no Estado e comprometer a renda em centenas de municípios.

A crise na avicultura ganhou maior proporção após o aumento dos custos de produção, causado basicamente pelos preços do milho e da soja, que compõem a ração animal. Essa alta é resultado da seca que dizimou praticamente metade da produção de grãos dos Estados Unidos e vem após uma seca que também reduziu o volume da produção de grãos na América do Sul, incluindo o sul do Brasil.

PROPOSTAS – Conforme orientação de Ortigara, foi constituído um grupo de trabalho que irá detalhar as propostas que serão encaminhadas pela secretaria ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O secretário irá solicitar reunião em Brasília, junto com as principais lideranças da avicultura, para pedir linha de crédito especial para a avicultura, sobretudo para as empresas que mantiverem o modelo de integração.

Entre as propostas que serão apresentadas ao governo federal está a criação de um Prêmio de Escoamento da Produção (PEP) do milho para a agroindústria integradora. Com esse mecanismo, é possível trazer milho de grandes regiões produtoras no Centro-Oeste do País para a região Sul, especialmente para os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina onde estão os tradicionais importadores de milho do Paraná. O objetivo dessa remoção é reduzir a pressão de demanda e preços do grão na região Sul.

A proposta foi bem recebida pelo presidente do Sindiavipar, Domingos Martins. Segundo ele, o setor da avicultura é o mais organizado e competente no Paraná, vinha crescendo a níveis chineses e ajudou a puxar o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil e do Paraná com as exportações realizadas nos últimos anos. “Onde há avicultura, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é alto”, comentou Martins.

PRODUÇÃO – O Paraná é líder na produção de frangos e as empresas paranaenses estão sentindo com mais intensidade essa pressão. Desde o início do ano, o preço da soja já subiu 100% e do milho, 43%. “Não há como repassar esses custos para o consumidor”, afirmou Martins.

Ele informou que as indústrias conseguiram repassar 18% de aumento para o custo do frango e derivados e lamentou que o setor varejista, sabendo da pressão de custos, subiu o preço dos produtos entre 30% a 40%, o que faz recuar o consumo. “Com dificuldades para exportar em consequência da crise financeira mundial e com o consumo em baixa no mercado interno, não estamos conseguindo superar essa fase crítica da crise”, declarou.

O setor cooperativista também manifestou preocupação com os rumos da integração, na qual muitas cooperativas atuam. Segundo o representante da Organização das Cooperativas do Paraná, Flávio Turra, os custos de produção do frango subiram 35%, o que provocou uma defasagem de 15% entre os custos das empresas integradoras e os preços praticados para o mercado varejista.

“Essa situação levou a empresa integradora a gastar seu capital de giro com o custo da ração e hoje ela está sem fôlego financeiro para manter o repasse de alimentação para os produtores integrados”, explicou Domingos Martins. Segundo o empresário, a ração que era comprada a prazo agora tem que ser paga à vista e as integradoras estão sem capital de giro, quadro que intensifica a crise do setor. Além disso, Martins disse que as empresas integradoras já reduziram os alojamentos de pintainhos em 10%.

INVESTIMENTOS – Segundo o assessor da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Carlos Augusto Albuquerque, a preocupação é com o produtor integrado. De acordo com ele, muitos fizeram investimentos em suas propriedades e não estão recebendo os lotes para a engorda. Em alguns casos, as indústrias suspenderam o repasse de pintainhos e em outros, suspenderam o repasse de alimentação, situação que está prejudicando o setor.

“Muitos produtores fizeram financiamentos para implantar ou modernizar suas granjas e agora estão com dívidas e não recebem os lotes ou os pagamentos por eles”, disse Albuquerque. “Como resolver esses problemas”, indagou.

Os representantes do setor bancário acenaram com a possibilidade de prorrogação das dívidas e apoio financeiro para aquisição de ativos das empresas que queiram interromper suas atividades, mediante a apresentação de diagnósticos e criação de linhas de crédito por parte do governo federal.

Participaram da reunião representantes do Sindiavipar, da Ocepar, Faep, do Banco do Brasil, BRDE, Bradesco e Banco Itaú.

Fonte: Agência Est. de Notícias do PR