quinta-feira, 19 de julho de 2012

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Curso de Administração de empresa






Esta acontecendo na sala de treinamento do sindicato mais um treinamento para as pessoas .Desta vez o curso agendado foi de administração está sendo  ministrado pela instrutora do Senar Leile Muller da Cidade de Campo Mourão. O curso que deu inicio hoje dia 16 acontecerá durante a semana até dia 20 de julho. Segue abaixo instruções do curso. 
Atividades de Apoio Agrossilvipastoril
Ocupação: Trabalhador na Administração de Empresas Agrossilvipastoris
Grupo:   gestão rural
Módulo:   avançado em gestão


Objetivo : Oferecer ao produtor ferramentas para analisar a propriedade rural através de um diagnóstico, custos de produção , análise de investimento, estratégias de comercialização , especificidades do setor e realizando um planejamento.
Carga Horária : 40 horas.
Vagas : 10 a 14 alunos

Pré-Requisitos :
  • Idade mínima : 16 Anos.
  • Escolaridade : Ter o ensino fundamental completo

Conteúdo Programático :

- O SETOR RURAL E A PROPRIEDADE RURAL
- Especificidades setor rural;
- Valores antirrurais
- Inventário de uma propriedade;
- Funções do gestor rural
- Fatores de produção
- Áreas gerencias da empresa rural ( Produção; Finanças; Comercialização; Recursos humanos; Família;

- ANÁLISE ECONOMICA E FINANCEIRA
- Custos de produção (Custos variáveis; Custos operacionais)
- Indicadores de resultado;
- Estimativa de custos de produção;
- Fluxo de caixa;
- Critérios de decisão para analisar investimentos (VPL,TIR)

- POLÍTICA AGRICOLA E COMERCIALIZAÇÃO
- A política agrícola
- Globalização da economia e o produtor;
- Estratégias de comercialização.



sexta-feira, 13 de julho de 2012

Reunião de Alinhamento





O sindicato este participando de um encontro do Senar dia 11/07 em Campo Mourão. A reunião  mobilizada pelo Super visor da regional 10 Josiel do Nascimento juntamente com  a Secretária Elaine de Brito  apresentou  o seguinte tema: " reunião de Alinhamento", o encontro teve como objetivo apresentar as necessidades de melhoramento aos sindicatos que trabalham em parceria com Senar/Faep.Durante o encontro alguns assunto foram apresentados e surper-visionados pelos colaboradores dos sindicatos das cidades de Campina da Lagoa,Juranda,Engenheiro Beltrão,Barbosa Ferraz,Mamborê, Ubiratã e Campo Mourão.Na oportunidade foi apresentado a performance da regional  no decorrente meses de janeiro a junho 2012.Ao todo de eventos realizados foram  361 sendo  agendando 334, e cancelados 27.Após algumas analise sobre como estão os trabalhos de cada sindicato o Supervisor apresentou  o programa  de educação a distância E@de (EAD) disponibilizado pela Faep/Senar onde já estão disponíveis os seguintes cursos: empreendedor rural, interatividade  e metologia de projeto, aprendizagem colaborativa , inclusão digital e outros. Também  foi apresentado outro programa PDE - Pronatc - programa nacional de acesso ao ensino técnico e emprego público - deste poderão  participar, pessoas com ensino médio de 1º a 3º ano com idade de 14 a 18 anos. Os funcionários se confraternizaram com  um delicioso almoço.



terça-feira, 10 de julho de 2012

Cursos programados para o mês de Julho



Máquinas pesadas – pá carregadeira etc.   data a definir 
Transporte Coletivo    -    data a definir.

Município
Local do Curso
Início
Fim

   
Ubiratã
Caps- Centro de Atenção Psicosocial
23/07/2012
24/07/2012

   
Ubiratã
Yolanda
26/07/2012
26/07/2012


   
Ubiratã
Sindicato Rural Patronal
16/07/2012
20/07/2012

   
Ubiratã
Sindicato Rural Patronal
02/07/2012
04/07/2012

MERCADO DE COMMODITIES


  • Segunda-feira (9), a semana iniciou em forte alta, alavancada pelas condições climáticas vigentes nas principais regiões produtoras dos Estados Unidos.

    A alta foi de US$ 0,91 por saca para os contratos de julho relativamente ao preço negociado na sexta-feira (US$ 35,79 por saca), fechando o pregão a US$ 36,70 por saca, equivalente ao dólar vigente R$ 74,44 por saca. Para agosto o preço referência foi de US$ 35,42 por saca, correspondente a R$ 71,83 por saca. Os preços praticados são recordes, batendo a marca de 2008 quando ocorreu a crise mundial de alimentos, com o preço de US$ 16,00 por bushel (US$ 35,27 por saca).

    No caso do milho, a semana também iniciou em alta, haja vista os prejuízos que a lavoura apresenta, com preço acima de US$ 7,00 por bushel (US$ 16,53 por saca). Os contratos para o primeiro vencimento julho/12 foram negociados a US$ 18,37 por saca, evidenciando mais um recorde de preço internacional para o cereal e um aumento de 4,3% ou US$ 0,75 por saca. Já os contratos para setembro, fecharam a US$ 17,29 por saca, equivalente, ao dólar vigente a R$ 35,06 por saca.

    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos - USDA, divulgou as condições das lavouras, sendo que para o milho cerca de 40% entre boas a excelentes, 30% entre ruins a muito ruins. No entorno de 50% das lavouras de milho estão na fase de pendoamento ou polinização e os outros 50% ainda não entraram na safe de polinização, o que deverá ocorrer nos próximos dias.

    As previsões climáticas apontam a ocorrência de chuvas esparsas , exceto para o Meio-Oeste norte-americano. 
    As atenções do mercado voltam-se para os próximos 15 dias, com o foco na questão climática, fundamental para dar rumo ao mercado.
     O mercado do trigo acompanha o mercado do milho e os futuros para julho foram negociados a US$ 17,87 por saca, equivalente a R$ 36,25 por saca.

    Quanto ao mercado doméstico, a soja paranaense acompanhou os preços da Bolsa de Chicago, entrando na onde de alta. Com isso, o preço diário apurado pela SEAB foi de R$ 65,17 por saca. Na praça de Ponta Grossa, média de preço a R$ 73,00 por saca. 
    Para o milho, preço médio SEAB de R$ 21,65 por saca. Já para o trigo, o referencial paranaense foi de R$ 26,94 por saca.,00 por saca. O milho vem apontando evolução constante de preços, cotado a R$ 21,46 por saca. No Porto de Paranaguá (CIF) referencial de R$ 28,50 por saca.

    fonte:
    Economista
    DTE/FAEP

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Sindicato treinando agropecuaristas








O Sindicato Rural Patronal de Ubiratã sempre trabalhando para o desenvolvimento do homem do campo. Mais uma vez o sindicato em parceira com EMATER realizou o curso de decomposição de pastagem, estabelecimento, recuperação e reforma de pastagem.
O curso foi ministrado pelo Engenheiro Agrônomo instrutor do Senar Paulo Roberto Marchesan. Segundo o instrutor o curso tem como objetivo, estabelecer, recuperar e reformar pastagens, minimizando os riscos de fracasso na execução destas atividades. “O pecuarista precisa saber da degradação das pastagens é um dos maiores problemas da pecuária do Brasil na atualidade. Hoje se estima que 80% dos 50 a 60 milhões de hectares de  pastagens cultivadas do Brasil Central, que respondem por 55% da produção de carne nacional, encontram-se em algum estádio de degradação. Este problema afeta diretamente a sustentabilidade da pecuária. Considerando apenas a fase de recria e engorda de bovinos, a produção animal em uma pastagem degradada pode ser seis vezes inferior ao de uma pastagem recuperada ou em bom estado de manutenção”,ressaltou  o instrutor.
Durante o curso fora abordado alguns assuntos como: estabelecimento de pastagens Fase se método do estabelecimento; Escolha de forragem;
Estacionalidade de produção de forrageiras; Calagem e adubação de pastagens; Degradação das pastagens; Conceitos de recuperação e reforma; Recuperação das pastagens Estratégias de recuperação; Reforma ou renovação de pastagem. A parte pratica foi feita nas propriedades de alguns participantes.O sindicato está convidado pessoas interessadas a fazer o curso de TRANSPORTE COLETIVO  o curso está prevista para  dia 13/07/2012  para participar o aluno deve ter 21 anos ter habilitação D interessados favor ligar 44-3543-1894 ou 91424366

               Fique sabendo:


DEGRADAÇÃO DE PASTAGENS
O que é?
Degradação de pastagens é um processo evolutivo de perda de vigor e produtividade forrageira, sem possibilidade de recuperação natural, que afeta a produção e o desempenho animal e culmina com a degradação do solo e dos recursos naturais em função de manejos inadequados.  Causada por diversos fatores, dentre eles, má escolha da espécie forrageira, má formação inicial, falta de adubação de manutenção e manejo da pastagem inadequado, a degradação precisa ser revertida para garantir a produtividade e a viabilidade econômica da pecuária.
O que fazer com as pastagens degradadas?
A degradação pode ser evitada com o uso de tecnologias que mantenham a produção no patamar desejado, observadas as potencialidades do clima, solo, planta, animal e sistema de manejo adotado. No entanto, quando as pastagens estão em processo de degradação, estas precisam ser recuperadas ou renovadas.
Recuperar uma pastagem consiste no restabelecimento da produção mantendo-se a mesma espécie ou cultivar. 
Renovar uma pastagem consiste no restabelecimento da produção com a introdução de uma nova espécie ou cultivar.
Para a  tomada de decisão de qual método seguir,  é de fundamental importância proceder um diagnóstico, conhecer o histórico da área, e definir o sistema de produção a ser implantado após a recuperação ou renovação.
Do diagnóstico devem constar, dentre outras, informações sobre o clima, classes de solo, topografia, propriedades  químicas e físicas do solo, espécie de forrageira, produtividade, ocorrência de pragas e doenças, manejo animal vigente, perfil dos custos de produção e sistema de produção adotado. 
A recuperação ou renovação pode ser efetuada de forma direta ou indireta. Define-se como forma direta quando no processo utilizam-se apenas práticas mecânicas, químicas e agronômicas, sem cultivos com pastagens anuais ou culturas anuais de grãos. O uso intermediário de lavouras ou de pastagens anuais caracteriza a forma indireta de recuperação ou renovação de pastagens
Recuperação direta
Esta prática, na maioria de suas modalidades, apresenta menor risco para o produtor, é aconselhada quando a pastagem degradada está localizada em regiões de clima e solo desfavoráveis para a produção de grãos; com falta ou pouca infra-estrutura de máquinas, implementos, estradas e armazenagem, condições de comercialização, e aporte de insumos; menor disponibilidade de recursos financeiros; dificuldades de se estabelecer parcerias ou arrendamentos e necessidade de utilização da pastagem em curto prazo. 
Dependendo do estádio de degradação da pastagem pode-se escolher dentre os vários métodos de recuperação direta. Quanto mais avançado o processo de degradação, mais drástica será a intervenção, com maior número de operações e os custos mais elevados.
Em geral, a recuperação direta pode ser categorizada pela forma como se atua na vegetação da pastagem degradada: sem destruição da vegetação, com destruição parcial da vegetação, com destruição total da vegetação.
Recuperação direta sem destruição da vegetação
Este sistema é utilizado quando as causas principais da degradação são os manejos inadequados da pastagem e ou a deficiência de nutrientes. A pastagem deve estar bem formada, sem invasoras, sem solo descoberto e compactado, e sem erosão. Deve-se ajustar a lotação animal e o sistema de manejo para a produtividade desejada, objetivada a potencialidade do solo, clima e forrageira, e a recuperação feita com aplicação superficial e à lanço de adubos e corretivos, sem preparo do solo, com doses calculadas segundo análise química da fertilidade.
Fonte: EMBRAPA.BR